Cinema & Pipoca: O Menino do Pijama Listrado

Fim de semana chegando e quem não gosta de assistir um filme em casa, no sábado ou no domingo, né?!

Eu sei que esse filme, O Menino do Pijama Listrado, é bem antigo, a maioria das pessoas já assistiram, mas eu ainda não tinha assistido. Também não sei porque ainda não tinha assistido, mas resolvi assistir esses dias e me emocionei mais uma vez com a história. Eu já tinha lido o livro e como contei aqui no blog, morri de chorar!

Então se você é como eu e ainda não assistiu esse filme, vem ver porque eu indico!

Vou começar pela sinopse: Alemanha, Segunda Guerra Mundial. O menino Bruno (Asa Butterfield), de 8 anos, é filho de um oficial nazista (David Tewlis) que assume um cargo importante em um campo de concentração. Sem saber realmente o que seu pai faz, ele deixa Berlim e se muda com ele e a mãe (Vera Farmiga) para uma área isolada, onde não há muito o que fazer para uma criança com a idade dele. Os problemas começam quando ele decide explorar o local e acaba conhecendo Shmuel (Jack Scanlon), um garoto de idade parecida, que vive usando um pijama listrado e está sempre do outro lado de uma cerca eletrificada. A amizade cresce entre os dois e Bruno passa, cada vez mais, a visitá-lo, tornando essa relação mais perigosa do que eles imaginam.”

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Como eu já tinha contado quando li o livro, me encantei com Bruno. No filme, os atores que fazem os personagens Bruno e Shmuel também são muito cativantes.

O filme é bem fiel ao livro. Conforme as cenas foram acontecendo, eu fui lembrando de cada página que eu tinha lido. Porém, o livro é muito mais discreto quando se trata do Holocausto, do Nazismo. Essas palavras não são ditas no livro, é tudo muito velado, mas nada que nós que já conhecemos a história não reconhecemos. Já o filme, o assunto é mais aberto, porém não é violento. Mas podemos ver bandeiras com as suásticas, o campo de concentração e até a câmara de gás.

Pode ser que você considere alguma parte daqui pra frente como spoiler

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No livro, o final é sub-ententido, no filme ele é bem retratado. Conseguimos saber exatamente o que acontece. E nem por isso, foi mais chocante que o livro. Mesmo o livro não contando com todas as palavras, de forma bem explícita, nós conseguimos terminar o livro e saber exatamente como é o final dos personagens.

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Spoiler acaba aqui!

Se você também gosta bastante do filmes com a temática das guerras mundiais, com certeza vai gostar muito deste. Mesmo que ele não seja uma história real, ele mostra como a história se passava nos olhos de dois meninos de 8 anos que estavam vivendo o momentos em situações opostas.

Vocês já assistiram? Gostaram? O que acharam?

Beijos

Cinema & Pipoca: O Quarto de Jack

Assisti o filme O Quarto de Jack há mais ou menos 1 mês ou um pouquinho mais e acabei não trazendo aqui para o blog. Não sei porque ainda não tinha indicado aqui! Já começo falando que sim, o filme é incrível e quem não viu, precisa ver!

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O filme foi produzido ano passado e lançado esse ano. Eu assisti na Apple TV, aluguei pela minha conta do iTunes porque ainda não tinha disponível no Netflix. Ele está classificado como drama e suspense, mas diria que pela história, ele é mais drama do que suspense. Mas algumas cenas tem tomadas bem de suspense e você sempre fica atenta esperando o que vai acontecer. Mas no geral, acho que se encaixa mais em drama mesmo.

A sinopse: “Joy (Brie Larson) e seu filho Jack (Jacob Tremblay) vivem isolados em um quarto. O único contato que ambos têm com o mundo exterior é a visita periódica do Velho Nick (Sean Bridgers), que os mantém em cativeiro. Joy faz o possível para tornar suportável a vida no local, mas não vê a hora de deixá-lo. Para tanto, elabora um plano em que, com a ajuda do filho, poderá enganar Nick e retornar à realidade. “

A partir daqui, não garanto que não teremos spoilers, ok?!

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Eu assisti o filme bem apreensiva, porque nessa minha mania de não ler nada a respeito de filmes que vou assistir, eu esperava um filme muito diferente do que o que eu assisti. Mas isso não quer dizer que não gostei, muito pelo contrário, eu achei o filme incrível. O fato de o filme ser narrado por Jack com seu ponto de vista fantasioso, deixa a história muito mais sensível.

Jack é um menino encantador, impossível não se encantar por ele. Ele vive com sua mãe em um quarto e o único contato com eles tem com a luz do dia é uma claraboia. Mas só. O contato com o meio exterior vem com o velho Nick. Porém, Jack não convive com Nick. Toda vez que Nick chega, Jack já está dormindo dentro do armário.

Joy foi sequestrada por Nick há 7 anos, quando ela tinha 17 anos. Junto com Jack, ela elabora um plano para eles fugirem dali.

A forma como Jack e Joy vivem e descobrem a vida fora do quarto é de uma sensibilidade ímpar. Me emocionei bastante. A readaptação de Joy fora do quarto é bastante díficil e Jack começa a descobrir como as coisas realmente funcionam. Afinal, ele nunca viveu fora o quarto.

Para quem tiver procurando um filme para assistir no fim de semana, super indico! Ah, e depois me contem o que acharam!

Quem já assistiu? Também concorda que é impossível não se apaixonar por Jack?

Beijos

Cinema: A Culpa é das Estrelas

Esse fim de semana, fui assistir um dos filmes mais esperados por mim {e acredito que por todos que já tinham lido o livro}: A Culpa é das estrelas. Eu li o livro no começo do ano e contei para vocês por aqui, lembram?

Makus Zusak {autor de “A menina que roubava livros”} comentou e está até na capa do livro {ediçao que eu comprei} que  iríamos rir, chorar e ainda querer mais. Dito e feito! Logo depois que terminei o livro, fiquei sabendo sobre o filme e fiquei esperando ansiosamente por ele. Sim, o livro mexeu tanto comigo que ri, chorei e queria mais!

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O filme é muito parecido com o livro. Eu conseguia lembrar perfeitamente do livro, conforme o filme foi passando. Claro que algumas partes foram cortadas {eu identifiquei duas} para sintetizar e não termos um filme de 5 horas, mas nenhuma delas impactou no resultado final.

A atriz a principal Shailene Woodley me surpreendeu muito. Eu ainda não tinha assistido nenhum outro trabalho dela {ela fez tem Divergente e Os Descendentes} e gostei muito da vida que deu a Hazel. Quando li o livro, imaginei Hazel fisicamente diferente, mas amei a versão feita por Woodley.

Os 2 atores principais {Woodley e Elgort} tem uma sintonia maravilhosa. São olhares cumplices que fazem a gente acreditar que estamos vivendo a estória, naquele momentos. A mãe de Hazel também tem um papel importante, principalmente como mãe de uma adoslecente. Acredito que é uma mãe muito legal que muitos adolescentes gostariam de ter.

Além de tudo isso, uma parte da estória se passa  em Amsterdã que é uma das minhas cidades preferidas {das que eu conheço}.

Para quem não viu ainda {estreou este fim de semana}, recomendo muito. Muita gente talvez pense que não vá gostar por ter um tema muito triste, mas juro que ele é levado da forma mais leve possivel e que no meio de um chororo, vc vai dar risadas. Em alguns momentos, tanto do livro quanto do filme, que eu nã sabia que ria ou se chorava, muitas vezes, ri e chorei ao mesmo tempo… hehehe

Vejam o trailler e fiquem com um gostinho de quero mais….


Para quem não viu ainda, super recomendo. Que já viu, comenta aqui! Gostou? Nao gostou?

Beijos